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Maresias - A praia mais badalada de SP
Surf em Maresias SP - Litoral Norte

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Surf em Maresias

Maresias é internacionalmente conhecida pela excelência de suas ondas, já tendo sediado diversos campeonatos de surf como, por exemplo, SuperSurf e etapas do campeonato mundial. Para quem quer curtir as ondas de Maresias, o Canto do Moreira, ao sul da praia, é o lugar onde estão as melhores condições para a prática do surf.

Conhecida como a onda “nota 10” do circuito brasileiro de surf profissional, as ondas de Maresias já revelaram diversos nomes como Flavio Tavares (Super Surf), Bruna Queiroz (Super Surf), Carlos Bahia (Longboard), Alemão (Town in).

Mas o Surf não é o único esporte praticado em Maresias. A praia recebe muitos adeptos do bodyboard, skate, futevôlei, frescobol, voleibol, e outros. Até praticantes de Jet Sky desafiam as fortes ondas de Maresias em busca de emoções radicais.

 

Fotos de surf em Maresias

 

Conheça um pouco da história do campeão Gabriel Medina
Gabriel Medina aprendeu a surfar em Maresias

 

Gabriel Medina Pinto Ferreira começou a surfar aos 9 anos em Maresias, litoral norte de São Paulo. O paulista de São Sebastião estava destinado a ser o primeiro. Não só o primeiro brasileiro a conquistar o Mundial de Surfe da ASP, mas também o primeiro surfista que não tem o inglês como língua oficial a chegar ao topo do surfe mundial.

Aos 9 anos, ele percebeu que a prancha seria bem mais do que um brinquedo de menino, principalmente quando ganhou um padrasto que o faria mergulhar de vez nas ondas. "O Gabriel começou a me chamar de pai. Na hora em que ele falou 'pai', falei assim 'nossa, que legal, ganhei um filho'", conta Charles Rodrigues
Charles Rodrigues virou o pai de Gabriel Medina.

Um triatleta aposentado que começou a treinar o garoto que passou a criar como filho. "Fomos eu e ele em uma cidade pequena, em uma praia pequena, onde a gente foi colhendo informações, foi tentando estudar o surfe, foi tentando ver o que seria melhor para o Gabriel.

O Gabriel era muito talentoso, ele não teve muita influência de outras pessoas. A gente não deu muito ouvidos para os outros. E acabou dando certo", explica Charles.

Gabriel foi campeão mundial juvenil e júnior. Aos 17 anos, já estava na elite do surfe. E conquistou a primeira das cinco vitórias em etapas do circuito, mais do que qualquer outro brasileiro já fez.

Este ano, foram três vitórias, uma delas no Taiti, em cima do americano Kelly Slater, um mito do surfe, dono de 11 títulos mundiais. Naquele dia, não havia mais dúvidas: estávamos diante de um fenômeno.

"Eu acho que isso é consequência do que ele se tornou no meio disso tudo. Porque ele continua sendo um cara simples, humilde, gente boa", define a mãe de Gabriel.

Como prêmio, um roteiro perfeito. O título mundial veio no templo do surfe: Pipeline, Havaí. Um presente para ele, que completa 21 anos na segunda-feira (22).

A cada onda, a cada tubo que Medina pegava, com ele estavam gerações de surfistas. Os pioneiros dos pranchões da década de 1970 mudaram o cenário das praias brasileiras. Os cabelos, as roupas, ditaram moda. E tudo começou no Arpoador, no Rio de Janeiro.

Pepê se tornou o primeiro brasileiro a conquistar uma etapa do Circuito Mundial na praia carioca, em 1976, ano da estreia do Circuito Mundial.

Ser surfista era um estilo de vida que aos poucos se tornou profissão. Vieram Daniel Friedman, Fábio Gouveia, Teco Padaratz, Neco Padaratz, Jojó de Olivença, Victor Ribas, Bruno Santos. Brasileiros que rasgaram ondas pelo mundo e abriram o mar para que um Medina surgisse.

“O Medina realizou o sonho que todos nós surfistas e todos nós brasileiros queríamos realizar. Parabéns, Medina", diz Rico de Souza.

Algo natural para um país com uma costa de quase 8.500 quilômetros.

Hoje, em todas as praias do planeta, o surf virou surfe. Ganhou a letra “e” e um novo ídolo.

 
 
 
 
 
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